A gente explica.

Em 1963, Lawrence Herbert, fundador da Pantone, criou um sistema de identificação, combinação e comunicação de cores, o Pantone Maching System. Aqui no Brasil, o conhecemos por escala Pantone.

Uma escala Pantone é um guia de diversas cores onde cada uma possui um código específico. Cada uma das cores do guia traz também uma referência para a sua reprodução nas escalas CMYK e RGB.

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Por que isso foi tão inovador?

Em geral, indivíduos diferentes interpretam as cores de maneiras distintas, e isso acaba interferindo no processo de criação e produção de materiais impressos. O código criado por Herbert, hoje conhecido no mundo todo, permite o gerenciamento das cores, desde o designer até o fabricante. Isso garante que as cores sejam reproduzidas de forma fiel, o que nem sempre acontece com impressões em CMYK.

A fidelidade das cores é de extrema importância para determinados trabalhos, especialmente em branding. Quem não conhece o famoso “vermelho Coca-Cola”? Imagina como seria prejudicial para a imagem da marca se os rótulos das garrafas aparecessem sempre em tons diferentes de vermelho?

Para trabalhos que levam apenas uma única cor, usar um tom Pantone pode deixar o trabalho mais econômico. Outra vantagem é que a escala trabalha com cores especiais, que o espectro CMYK não é capaz de reproduzir, como as cores neon.

Um exemplo

O logotipo da 6P tem uma cor Pantone que já se tornou uma característica bem marcante. Por aqui, frequentemente o pessoal se refere a ela como “o azul 6P”. Isso é que é fixação de marca!